March 14, 2024

Marajó Island expeditions added to "Expeditions" section

The archipelago of Marajó – located at the mouth of the Amazon River – was visited by Jacques Huber four times: in 1896 (Cachoeira do Arari and Cape Maguary); 1900 (Aramá River); and 1902 (Jutuba). 

The region is a rich field for botanical studies due to its unique landscape: vast natural fields cover the east and northeast portions of the main island, while the rainforest fills its south and west parts. Huber explored both sides, resulting in approximately 555 botanical specimens for the Goeldi Museum’s herbarium.

Moreover, Marajó is also an area of significant archaeological interest. The natural fields hold numerous mounds built by ancient indigenous groups. Along the expeditions to Cape Maguary and to Cachoeira do Arari, Jacques Huber collected plants and describled the vegetation of a few of those mounds, as well as, he registered the existence of many other mounds (some of them still unknown to science nowadays).

Special attention should be given to the maps (in the "drawings" tab) and photos Huber made in Marajó. The archipelago is still poorly mapped today (the precise locations of numerous farms are not yet recorded), and some of the properties Huber visited no longer exist (such as the farm of Aureliano Pinto Lima Guedes). Therefore, the photos and maps are unique records of the region.


Map of Cape Maguary (1896)
(Marajó Notebook nº 20, Goeldi Museum)

Farm of Aureliano Pinto de Lima Guedes (1896)
(Archive Guilherme de La Penha, Goeldi Museum)

The four expeditions Huber made to Marajó are assembled on one map available in the Expeditions section. Navigate through the layers to view specific information or overlay them to have a contextualized perspective of Huber's journeys.

Expedições ao Marajó adicionadas à seção Expedições

O arquipélago de Marajó - localizado na foz do rio Amazonas - foi visitado por Jacques Huber quatro vezes: em 1896 (Cachoeira do Arari e Cabo Maguary); 1900 (rio Aramá); e 1902 (Jutuba).

A região é um rico campo para estudos botânicos devido à sua paisagem única: vastos campos naturais cobrem as porções leste e nordeste da ilha principal, enquanto a floresta tropical preenche suas partes sul e oeste. Huber explorou ambos os lados, resultando em aproximadamente 555 espécimes botânicos para o herbário do Museu Goeldi.

Além disso, o Marajó também é uma área de significativo interesse arqueológico. Os campos naturais abrigam numerosos montículos construídos por antigos grupos indígenas. Ao longo das expedições ao Cabo Maguary e à Cachoeira do Arari, Jacques Huber coletou plantas e descreveu a vegetação de alguns desses montículos, bem como registrou a existência de muitos outros tesos (alguns ainda desconhecidos pela ciência nos dias de hoje).

Especial atenção merece ser dada aos mapas e fotos que Huber fez no Marajó. O arquipélago ainda é pouco mapeado (a localização/identificação de várias fazendas ainda está ausente dos mapas), algumas das propriedades visitadas por Huber já nem existem mais (como a fazenda de Aureliano Pinto Lima Guedes). As fotos e mapas, assim, são registros únicos da região.

As quatro expedições que Huber fez ao Marajó estão reunidas em um único mapa disponível na aba Expeditions. Navegue pelas camadas para visualizar informações específicas ou sobreponha-as para ter uma perspectiva contextualizada das viagens de Huber.


Lucas Monteiro de Araujo